
Lembro quando ainda era um moleque e descia a rua Santo Cristo para ir até a rua São Januário para comprar pão na padaria Guarani ou ir ao cicle em frente, cujo nome sumiu da minha cabeça (é a idade pesando, rsrsrsrs)
Já nesse tempo a rua São Januário já representava um forte ponto de comércio do bairro do Fonseca. O tempo passou alguns estabelecimentos sumiram, como o próprio cicle, o sapateiro, a sorveteria e o cinema São Jorge, dando lugar a outros tantos. Hoje na São Januário você pode encontrar de tudo: bar, templo evangélico, farmácia, restaurante, padaria, horti-fruti, armarinho, estofador, salão de beleza, supermercado, oficina, escola, açougue, loja de material de construção, abatedouro, entre outros.
Tudo isso faz com que a rua seja uma das mais movimentadas do bairro, o que atrai um tipo de comércio diferente: Os camelôs. Quando eu era moleque já existia a banquinha de peixe em frente ao açougue Jane. Depois veio o churrasquinho, e como numa verdadeira epidemia, a rua São Januário se transformou numa “Uruguaiana Fonsequense”.
Como no comércio legalizado, também dá pra encontrar de tudo nos camelôs: o peixeiro, o churrasquinho, sorvete, frutas, CD’s e DVD’s piratas, e muito mais! Nada contra os camelôs, afinal de contas todo mundo precisa viver, mas que o comércio informal é dos principais fatores para a São Januário ter se transformado num inferno, isso não resta dúvidas.
Além do comércio informal, também contribuem para a balburdia total o ponto de moto-táxi, na esquina com a Alameda, e o tráfego de caminhões que vão abastecer o supermercado Multimarket, que não respeitam ninguém, andando pela contramão e pela calçada (motos) e estacionando em qualquer lugar (caminhões). A situação por vezes é tão ridícula que outro dia o ônibus 24 ficou esperando mais de 20 minutos para que um caminhão saísse da frente para poder passar. Com isso a Alameda também parou, e o resto você conhece...
Aí vão me perguntar, e eu vou devolver a pergunta: - Qual a solução para esse problema? Aumentar a fiscalização sobre os camelôs, e principalmente, sobre o supermercado pode ser uma solução. Criar um espaço onde os camelôs possam trabalhar sem atrapalhar tanto pode ser outra solução. Mas para essa ou outras idéias, é preciso ter representação junto aos que possuem poder para agir. Ah, eu esqueci, nós não elegemos vereador aqui no Fonseca, não temos uma associação de moradores operante, e nem uma entidade que possa nos representar...
Mas deixando de lado esses pequenos detalhes, você tem alguma idéia interessante para resolver esse problema? Então escreva-nos no e-mail fonseca@fabiogarcia.com.br. Bota sua cuca para funcionar em benefício do nosso bairro!
Já nesse tempo a rua São Januário já representava um forte ponto de comércio do bairro do Fonseca. O tempo passou alguns estabelecimentos sumiram, como o próprio cicle, o sapateiro, a sorveteria e o cinema São Jorge, dando lugar a outros tantos. Hoje na São Januário você pode encontrar de tudo: bar, templo evangélico, farmácia, restaurante, padaria, horti-fruti, armarinho, estofador, salão de beleza, supermercado, oficina, escola, açougue, loja de material de construção, abatedouro, entre outros.
Tudo isso faz com que a rua seja uma das mais movimentadas do bairro, o que atrai um tipo de comércio diferente: Os camelôs. Quando eu era moleque já existia a banquinha de peixe em frente ao açougue Jane. Depois veio o churrasquinho, e como numa verdadeira epidemia, a rua São Januário se transformou numa “Uruguaiana Fonsequense”.
Como no comércio legalizado, também dá pra encontrar de tudo nos camelôs: o peixeiro, o churrasquinho, sorvete, frutas, CD’s e DVD’s piratas, e muito mais! Nada contra os camelôs, afinal de contas todo mundo precisa viver, mas que o comércio informal é dos principais fatores para a São Januário ter se transformado num inferno, isso não resta dúvidas.
Além do comércio informal, também contribuem para a balburdia total o ponto de moto-táxi, na esquina com a Alameda, e o tráfego de caminhões que vão abastecer o supermercado Multimarket, que não respeitam ninguém, andando pela contramão e pela calçada (motos) e estacionando em qualquer lugar (caminhões). A situação por vezes é tão ridícula que outro dia o ônibus 24 ficou esperando mais de 20 minutos para que um caminhão saísse da frente para poder passar. Com isso a Alameda também parou, e o resto você conhece...
Aí vão me perguntar, e eu vou devolver a pergunta: - Qual a solução para esse problema? Aumentar a fiscalização sobre os camelôs, e principalmente, sobre o supermercado pode ser uma solução. Criar um espaço onde os camelôs possam trabalhar sem atrapalhar tanto pode ser outra solução. Mas para essa ou outras idéias, é preciso ter representação junto aos que possuem poder para agir. Ah, eu esqueci, nós não elegemos vereador aqui no Fonseca, não temos uma associação de moradores operante, e nem uma entidade que possa nos representar...
Mas deixando de lado esses pequenos detalhes, você tem alguma idéia interessante para resolver esse problema? Então escreva-nos no e-mail fonseca@fabiogarcia.com.br. Bota sua cuca para funcionar em benefício do nosso bairro!

Um comentário:
mto boa a ideia do Blog...
parabéns...
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